NÃO AOS PROJETOS DE RETIRADAS DE DIREITOS

Má gestão do Prefeito gera insegurança aos servidores. Férias e licenças vendidas que não foram pagas, décimo terceiro em atraso e diversos outros direitos na mira dos cortes e suspensões. É assim que a administração atual se posiciona quando chega a conta da má gestão.

Desde 2018, o que se verifica é que a folha de pagamento não teve um grande crescimento que justifique os atrasos nos pagamentos e os cortes nos direitos. Por outro lado: pela análise dos dados disponibilizados no portal da transparência, as despesas que aumentaram não são as geradas pelos salários da categoria.

No primeiro ano da gestão de Bugalho, foram investidos 237 milhões no pagamento dos trabalhadores. Já em 2019, o valor abaixou 3%, indo para 228 milhões. Em 2020, considerando que estamos na metade do ano, foram gastos 120 milhões com os pagamentos das servidoras e servidores.

Já as outras despesas do município, somadas, batem as seguintes marcas: Em 2018, foram 337 milhões. Em 2019, ao contrário dos gastos com o pessoal, as outras despesas subiram 2,9%, batendo a marca de 363 milhões. Até agora, em 2020, as outras despesas já somam 184 milhões de reais.

As servidoras e os servidores não podem pagar a conta de uma gestão que não sabe organizar gastos e, durante a crise, joga para as trabalhadoras e trabalhadores uma conta que não foi gerada pela categoria. E ainda envia Projetos de lei à Camara Municipal que prejudicam o futuro das nossas aposentadorias.

Autor: texto: Itamar Batista / gráficos Ilustrativos: Tania Brandão